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   abruptas      ATP      biblioteca de genes      biblioteca genómica      coesivas      DNA complementar      endonucleases      endonucleases de restrição      NAD+      plasmídeo     
sítio de restrição      sequências palindrómicas      vectores   

Bibliotecas de Genes
Uma é uma colecção de fragmentos de DNA de uma determinada espécie de organismo, obtidos a partir da acção de , ligados aos apropriados e clonados após terem sido inseridos num hospedeiro. É suposto que uma biblioteca seja representativa de todos os genes do organismo, sendo muito útil quando pretendemos isolar um gene específico. Assim, torna-se claro que quando queremos clonar um determinado gene ou o cDNA ( DNA complementar) das mensagens por ele codificadas é necessário a construção de colecções de genes recombinantes. Se estes forem obtidos a partir do DNA genómico, sendo portadores de moléculas representantes de todo o genoma, constituem uma , enquanto que uma biblioteca de cDNA é uma colecção de clones de derivados de toda a população de mensageiros da célula ou tecido de interesse. Uma biblioteca de genes pode ser uma colónia de bactérias ( se for construída utilizando um ou um cosmídeo), ou placas de fagos ( se o vector utilizado for um fago) com DNA recombinante, que inclui muitas sequências de um conjunto muito grande, como o genoma inteiro de um organismo; sequências expressas de um tipo celular molecular ou sequências presentes num fragmento grande de DNA.

Enzimas de restrição
As enzimas de restrição são que podem ser purificadas a partir de bactérias e que reconhecem sequências específicas, com 4 a 8pb, clivando em seguida as duas cadeias de DNA nesse mesmo sítio; essas sequências designam-se por e são normalmente curtas , isto é, a sequência do sítio de restrição é a mesma em ambas as cadeias quando estas são “lidas” no sentido 5’ – 3’.

Inserção em vectores
Os fragmentos de DNA podem ser inseridos em vectores, quer possuam extremidades (sticky ends) ou , com a ajuda de DNA ligases. Estas são usadas para ligar as extremidades coesivas complementares do fragmento de restrição e do vector. O vector e o fragmento de restrição são ligados covalentemente através de ligações fosfodiéster no sentido 3’ - 5’. Além de ligar extremidades coesivas complementares, a DNA ligase do bacteriófago T4 pode ligar também duas extremidades blunt. Esta ligação é, contudo, mais ineficiente e por isso requer maior concentração de DNA e DNA ligase do que ligações para extremidades coesivas.
A DNA ligase isolada de E.coli e de outras bactérias requer , enquanto que a isolada do bacteriófago T4 requer como cofactor.

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